14/01/2010

Palavras ao vento!

Não tenho um tema, nem nada para contar.
Queria apenas escrever algo para amenizar certas dores. Dizer ao mundo que o meu mundo é tão peculiar e diferente que chega parecer estranho eu descrever a vocês.
Sou assim, com vida, com tristezas, com alegrias, e esperança. Sou uma eterna apaixonada pelas coisas que me fazem sorrir. Amo intensamente e vivo para morrer.
Sim, porque sou assim, um vulcão pronto a explodir, com idéias mirabolantes e vontade de ser, de conhecer e viver.
Tem dias, como hoje, que a tristeza vem, e nesses dias, especialmente agora, queria poder entender, porque tantas vezes eu quis, fiz e depois chorei.


Amo tudo isso.


Amo as pessoas, porque elas são surpreendentes. Boas ou ruins.
Amo as coisas, porque elas são insubstituíveis. Grandes ou pequenas.
Amo as incertezas, porque elas são as minhas razões. Rasas ou profundas.
Amo a mim mesma, porque eu sou minha única certeza. Forte ou fraca.
Amo quem me odeia, porque assim eu meço as minhas ações. Certas ou erradas.
Amo quem me julga, porque tenho a confirmação que faço a diferença. Bem ou mal.
Amo os meus erros, porque eles me fazem crescer. Cedo ou tarde.
Amo tudo e a todos, amo que me ame, e todo o resto. Amo o que é bom.
Só não amo quem tem medo. Porque o medo enfraquece as pessoas, entristece e adoece.
O medo faz com que as pessoas cometam erros graves. Faz com que elas estejam vivas e sem vida. O medo impede que o amor cresça.
Amo, porque o amor é maior que tudo isso.


                                                          Bruna Paese 30/03/05


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